
No meio político há quem defenda a filiação de Miguel Coelho ao Partido Liberal, comandado por Anderson Ferreira em Pernambuco, caso o ex-prefeito de Petrolina não consiga viabilizar sua candidatura majoritária na Federação União Progressista.
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O movimento defendido seria Miguel disputar mais uma vez o Governo do Estado e Anderson Ferreira o Senado. A eventual equação contemplaria os dois grupos políticos e embolaria ainda mais o atual e complexo cenário de 2026.
A segunda possibilidade que também vem sendo ventilada seria a de Miguel disputar o Senado pela legenda numa candidatura “avulsa”, sem precisar estar vinculado a algum dos projetos para o Palácio do Campo das Princesas.
A possível articulação ainda garantiria um palanque para o pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, em Pernambuco. Não custa lembrar que o PL é a legenda que dispõe de maior tempo de rádio e TV no programa eleitoral, além de um generoso fundo eleitoral.












